Croquete contra Batatinha, Bucha & Estica....
As palhaçadas que eles fazem!
Até têem de beijar criancinhas ranhosas, Velhas, e Broas com Buço, na Praça, sorrir, e FINGIR QUE NÃO NOS DESPREZAM!
... As imagens são má qualidade?
TAMBÉM OS POLÍTICOS!
Como eu não gosto de andar com sofismas, resumo isto tudo numa frase:
Para os inúteis Deputedos que temos, o Cidadão sem Cunha é... Menos que MERDA!
Car@s Promotores e Peticionários
A audiência com a Comissão de Orçamento e Finanças no passado dia 21 de Maio, foi um desapontamento, pois apenas 1 deputado (da lista de 17 efectivos) esteve presente.
Em anexo está o Memorando que entregamos em mão ao único deputado presente.
Após esta audiência com 1 só deputado, recebi o mail abaixo a justificar o porquê desta situação:
“Venho por este meio esclarecer V. Exa. do seguinte:
1. A Lei 45/2007, no seu artigo 17-A, prevê a audição dos peticionários perante a Comissão competente, ou delegação desta.
2. A Comissão de Orçamento e Finanças delega no membro da Comissão, Relator da Petição, a audição dos Peticionários.
3. O Deputado Relator da Petição n.º 537/X é o Sr. Deputado Victor Baptista, do GP PS.
4. A Comissão aprecia, posteriormente, o relatório elaborado pelo Deputado Relator.
5. O relatório final será enviado a S. Exa. o Presidente da Assembleia da República.”
Ou seja, todos os partidos com assento na AR delegaram no Deputado do PS, a audição ao movimento IVA com recibo. Como não é surpresa, o Sr. Deputado disse que o actual Governo não tem disponibilidade para proceder à referida alteração.
Julgam que são Velhos para arranjar Emprego, só porque têem mais de 21 Anos?
Não são nada Velhos, são é Sem-Tacho!
Estas missivas que circulam, só eu tenho os tomates, (ou a estupidez) de as divulgar:
Este é mais um , como o Medina Carreira, que está sempre a dizer que é preciso "acabar com os privilégios"...
De quem, ó palhaços?
A pouca vergonha continua. Ao que isto chegou.
SILVA LOPES, com 77 ( setenta e sete ) anos de idade, ex-CGD, ex-Administrador do Montepio Geral, onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros (OITENTA MIL CONTOS !) acrescidos de varias reformas que tem, uma das quai do Banco de Portugal como ex-governador, logo que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVÁVEIS, empresa do Grupo EDP.
Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pela escumalha politica do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos do centrão.
Entretanto o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num pais com 20% de pobres, onde o desemprego caminha para niveis assustadores, onde os salários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nível da subsistência.
Silva Lopes foi o tal que afirmou "ser necessário o congelamento de salários e o não aumento do salário mínimo nacional", por causa da competividade da economia portuguesa. Claro que para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar, (desde que não congelem o dele, claro).
Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário político do PS, recebeu em 2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações. Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o "comissário PS" for para a reforma. Claro que isto não vai acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como esta cambada de ex-politicos que perante a crise " assobiam para o ar ", sempre com os bolsos cheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.
Estes senhores não têm vergonha na cara ? CLARO QUE NÃO TÊM !


Como aumentar a anémica taxa potencial de crescimento económico (de apenas 1% antes da crise)? Como financiar no futuro o nosso modelo social?
A capacidade de endividamento externo não é ilimitada, e exige escolhas. Não vivemos num 'oásis financeiro'. Governar é hierarquizar prioridades, e depois optar.
Não podemos ter outra 'década perdida'!


Emenda 138 será aprovada amanhã, pelo que só uma decisão judicial pode restringir o acesso à net.

A execução dos projectos de investimento estrangeiro obtidos com a compra de equipamento militar para as Forças Armadas é um autêntico fiasco: a meio do prazo de aplicação dos contratos de contrapartidas desde 2002, os fornecedores só cumpriram ainda com 22 por cento da verba total prevista, de 2,9 mil milhões de euros.

