Atenção, Estudantes que queiram ir viver no "Paraíso" que é a Suécia, lembram-se dos Julgamentos Sumários do Salazarismo?*
NA SUÉCIA, NÃO HÁ OUTROS!
E quanto a competirem por serem os melhores em alguma coisa, ou apenas serem INDIVÍDUOS?
Naaaah! Isso é PECADO!**
Leiam este excerto, dum livro dum Brasileiro, e pensem bem, antes de irem para o "Admirável Mundo Novo"...
O PARAÍSO DO AMOR
Huntford é provavelmente o primeiro analista a observar a
inexistência quase absoluta da absolvição nos processos criminais. “A
função de uma corte não é decidir se o suspeito é culpado ou inocente,
mas denunciar o crime, e decidir a penalidade pela culpa estabelecida
por inquérito preliminar. A polícia é permitido encarregar-se de todo o
processo e chegar a uma espécie de prévio veredicto antes que o
acusado seja levado a julgamento. Um homem pode ser mantido em
custódia por meses enquanto a polícia instrui seu caso. Por outro lado,
dificilmente um suspeito é levado a julgamento sem que se tenha um
caso muito sério, no qual a culpabilidade do réu esteja fora de
qualquer cogitação. Como o objetivo deste procedimento é fazer o
judiciário parecer infalível, *a absolvição não seria apenas uma afronta
à promotoria, como também uma cicatriz no sistema.”
Em 1970, um homem foi acusado pelo assassinato de sua esposa
em Estocolmo. O processo mal começara e tornou-se evidente o mau
desempenho da promotoria. Esta limitava-se a intimidar o acusado, e
em qualquer outro país, o processo resultaria numa absolvição para o
réu, considerada a boa atuação da defesa. Mas não na Suécia. A
promotoria subitamente interrompeu o processo.
— Se o caso prosseguisse, disse o chefe da Polícia Nacional
numa entrevista, chegaríamos a um deplorável resultado (absolvição)
e teríamos perdido a confiança do público. Nosso trabalho teria sido
prejudicado. Nossa eficiência depende de cooperação e nosso sistema
baseia-se nas confissões. Não sei o que faríamos se nossos
prisioneiros começassem a defender-se a si próprios e a recusar
cooperação durante os interrogatórios. Um caso como este seria
suficiente para destruir nossa reputação. Mas creio que conseguimos
interromper o caso antes que nos causasse um dano irreparável.
A inexistência da absolvição implica, em outras palavras, na
infalibilidade do Estado. Nas demais nações, o acusado é considerado
inocente até que se prove o contrário. Para os suecos, especialmente
para os mass media, prisão é sinônimo de culpa. “A presunção
instintiva, diz Huntford, é que no conflito com o Estado (ou o
coletivo), o cidadão (ou o individual) é necessariamente o errado.”
Esta fidelidade ao Estado supera por vezes a conjugal. Não é raro
se encontrarem na imprensa consultas do gênero: meu marido sonega
imposto. Devo denunciá-lo às autoridades tributárias? A resposta é
invariável: antes deste passo extremo, tente convencê-lo a retificar sua
declaração.
O esforço na supressão do indivíduo é não apenas deliberado,
como confessado publicamente. Olof Palme, quando ministro da
Educação, dizia a um grupo de colegiais:
— Vocês não vêm à escola para alcançar algo pessoalmente, mas
para aprender a funcionar como membros de um grupo.
E Sven Moberg, parlamentar e ministro da Educação, declarou a Huntford:
— **A nova escola rejeita individualidade, e ensina as crianças a
colaborarem entre si. Rejeita competição e ensina cooperação. As
crianças são ensinadas a trabalhar em grupo. Resolvem os problemas
em conjunto, não sozinhas. A idéia básica é que elas são consideradas
antes de tudo como membros da sociedade, e a individualidade é desencorajada.
http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/paraisosexual.html#p1