Afinal, não era a atracção do Sócas pelos trenzinhos...
Esr a sua enorme CORRUPÇÃO!
Obama took SIXTEEN HOURS to make up his mind about Bin Laden missionBy Daily Mail Reporter
- President 'slept on it' as tense military chiefs awaited decision
- Action started the next morning when Obama declared 'it's a go'
- Mission delayed by one day after heavy cloud cover on Saturday night
- Navy seals dodged Pakistani security to reach Bin Laden's lair
- Outpouring of emotion on streets down to 'the same sense of unity that prevailed on 9/11' Obama told members of Congress
Barack Obama kept military commanders hanging by declaring he would 'sleep on it' before taking 16 hours to give the go-ahead to raid Bin Laden's compound.Hit squads of specialist Navy Seals - who were not even told who they were preparing to capture - had practised the mission at two reconstructions of the terror chiefs sprawling compound.The mission looked set to be given the all clear last Thursday when analysts confirmed beyond doubt that Bin Laden was in busy town of Abbottabad in northern Pakistan.
É imperioso e urgente que o nº máximo possível de Portugueses tomem conhecimento destas vergonhas!!!
Verdadeiro crime social!!! (entre muitos outros).
Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães
Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:
- Cristina Azevedo - Presidente do Conselho de Administração:14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião- Carla Morais - Administradora Executiva12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião- João B. Serra - Administrador Executivo12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo2.000 € mensais + 300 € por reunião
Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais sedestacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €.
Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano, em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros !!!Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM !
Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!!Alguem acredita em leis anti-corrupção feita por corruptos?
EU Franco-German Hustle Spells More Trouble
Saturday, February 05, 2011 – by Anthony Wile
It was "all the news" yesterday, competing for shelf space against the ongoing Egyptian unrest: French and German leaders were attempting to muscle the EU toward greater integration. EU ministers were said to be taken aback, even resentful of the last minute policy mandates, which will demand broad fiscal and labor harmonization. By March, it is reported, they will have to make decisions.Both Angela Merkel of Germany and Nikolas Sarkozy of France are confirmed globalists and they have jointly come up with these fiscal and labor strategies. My question is, how long exactly can this go on? How many times can the unholy duo Batman (Merkel) and Robin (Sarkozy) swing down into conferences rooms and demand immediate, sweeping changes.Europe is simmering now – haven't they noticed? The Parthenon has its char marks. Portugal and Spain have been subject to considerable union unrest. Prince Charles and his consort were nearly pulled from their Bentley by students during a British austerity riot. Even France has experienced unrest.All of this is grandly ignored. The masses are offered cake and vaster VATS. The hoi-polloi may grumble, but it is incumbent on visionary leaders to courageously expand the EU's already icy authoritarian grip. That Germany and France would come up with such an expansive plan even as Africa and the Middle East shudder under regime change is ironic to begin with and arrogant as well.Are they daring the voting public to go ahead and protest? Does Merkel fail to recall that her entire EU policy, including increased German bailouts for Europe, is currently under constitutional challenge? She has already lost political power over her integrationist stance and may lose even more.
Relatório 2010. Alunos não sabem raciocinar nem escrever
por Kátia Catulo , Publicado em 31 de Dezembro de 2010 | Actualizado há 11 horasEstudo do Ministério da Educação em 1700 escolas revela a dificuldade dos alunos em resolver exercícios que não sejam básicos
Estruturar um texto encadeado, explicar um raciocínio com lógica, utilizar uma linguagem rigorosa ou articular diferentes conceitos da mesma disciplina são incapacidades que percorrem os alunos do 8.o ao 12.o ano de escolaridade, seja na Matemática, seja na Língua Portuguesa ou na Biologia. Mais que dominar a matéria, a grande dificuldade dos estudantes das escolas básicas e secundárias é expressar por escrito as suas ideias e os conhecimentos que adquiriram nas aulas. Esta é a principal conclusão do Relatório 2010 do Gabinete de Avaliação Educacional (Gave).
Poucas semanas depois de o estudo do PISA revelar que Portugal é o país da OCDE que mais progrediu na educação, chega agora o relatório do Gave que vem demonstrar que os alunos portugueses afinal estão ainda longe de conseguir desempenhar tarefas tão simples como, por exemplo, interpretar um texto poético, solucionar um exercício matemático com mais de duas etapas ou enfrentar um enunciado que não seja simples e curto.
A equipa do Ministério da Educação avaliou os conhecimentos dos alunos em 500 escolas secundárias e em 1200 estabelecimentos com o 3.o ciclo do ensino básico. Os testes intercalares do Gave, que começaram no ano lectivo de 2005/06, foram aplicados às disciplinas de Matemática e de Língua Portuguesa (no ensino básico) e ainda às cadeiras de Matemática A, Física e Química A e Biologia e Geologia do ensino secundário.
Nas disciplinas que envolveram contas (Matemática e Física/Química), os adolescentes só conseguiram completar correctamente os exercícios quando o desafio passou por resolver "cálculos elementares". O bom desempenho, aliás, está "fortemente associado" aos enunciados curtos e aos textos simples, conclui o relatório que o i consultou.
35.º Aniversário25 de Novembro – Esquecimento e desconsideração…Por Cor. Manuel Bernardo
(…) Sobre o 25 de Novembro não quero contestar nada do que foi referido pelo General Ramalho Eanes, pelo Capitão Sousa Gonçalves e pelo Coronel Manuel Bernardo (…)General Jaime Neves in “(…) os 25 Anos do 25 de Novembro” / 2001.
(…) Importante é sublinhar o patriotismo e a capacidade de comando do Coronel Jaime Neves, que soube travar em condições dificílimas, o ímpeto combativo dos seus homens, de modo a minimizar as perdas humanas nos confrontos da Calçada da Ajuda. (…).
General Ramalho Eanes, in “25 de Novembro (…)” / 2005Neste 35.º aniversário do contra-golpe do 25 de Novembro de 1975, surgiu uma estranha máquina de movimentação e manipulação da Comunicação Social, que, em vez de salientar o ocorrido nesta data, onde foi reposta a intenção de montar em Portugal (depois concretizada) uma democracia pluralista, à semelhança das que estavam em vigor na então designada Europa Ocidental, viria a destacar uma notícia requentada da acusação feita pela PJ a três oficiais do Exército e dois civis, e que terá seguido para o Ministério Público. Isto segundo o diário “Público”, que não os identifica.
Qual não foi o meu espanto quando um amigo me avisa para comprar o “Correio da Manhã” desse dia 25 de Novembro de 2010. Em “caixa alta” surge na página 19, o título “Coronel louvado suspeito de burla”, seguido do destaque – “Jaime Neves comprava material de manutenção para o Exército a preços elevados para favorecer amigos. (…)”. Era uma estranha situação já que este diário sempre se mostrou disponível para enaltecer as virtudes militares e os valorosos actos praticados naquela época, quando Portugal esteve à beira da guerra civil.
O que sucedera então? Na minha opinião, duas jornalistas (Ana Isabel Fonseca e Tânia Laranjo) com uma certa “esperteza saloia” e talvez por pressão de alguém, que no ano passado tanto contestou a promoção do Coronel Jaime Neves ao posto de major-general, resolveram fazer uma peça jornalística, direccionada para leitores apressados e que certamente acabariam por ser “levados” por tal maniqueísmo. Para dar mais consistência ilustraram o texto com uma foto, com tropa dos “Comandos” a marchar. E devem ter apanhado distraída a direcção do jornal, pois conseguiram a sua publicação!!! Quer nesse texto, quer no do dia seguinte, em tamanho muito reduzido (tive que “passar” o jornal por duas vezes para a encontrar), a “tentar” reparar as insinuações feitas, Jaime Neves nunca foi tratado por general, que é o seu posto actual. E para quem ainda não sabe, acrescento que o acusado Jaime Manuel Rodrigues Neves, referenciado no texto, era um oficial de Administração Militar (açoreano) em relação a factos eventualmente praticados há mais de dez anos.
Lembro que, em vez de ser feita a celebração de uma efeméride muito importante para Portugal e onde se conseguiu terminar com a loucura revolucionária generalizada do pós-25 de Abril de 1974, as várias estações de televisão, no passado dia 25 de Novembro (35.º aniversário), que me lembre, não se dignaram empenhar uma única equipa de reportagem para se deslocar ao Centro de Instrução de Tropas Comando, na Serra da Carregueira, onde o General “Comando” Pinto Ramalho, Chefe do EME, presidiu à cerimónia alusiva a tão relevante acontecimento.
Outros esquecimentos…
Muito mais grave tem sido a atitude tomada pelas mais altas hierarquias do Estado, Assembleias da República, Governos e Presidentes, em relação aos apelos formulados ao longo dos anos, quer pelos Presidentes da Associação de Comandos, quer por mim próprio, para que os principais obreiros do 25 de Novembro fossem devidamente galardoados com louvores ou condecorações, pelos altos e relevantes serviços prestados à Pátria nesta data. Foram os oficiais, sargentos e praças que, nessa altura e depois do serviço militar cumprido (a maior parte, senão a totalidade em combate, nas três frentes de guerra), vieram da vida civil para integrarem as Companhias de Comandos 121 e 122, comandadas respectivamente pelos Capitães Mil.ºs Sousa Gonçalves (já falecido) e Sampaio de Faria.Aquando do 25.º aniversário, durante cerca de dois meses e nas instalações municipais de Oeiras, decorreu uma reflexão sobre os acontecimentos do 25 de Novembro de 1975. O Comandante (Piloto) Vítor Ribeiro, então Presidente da Associação de Comandos, faria uma boa síntese do estado de espírito do pessoal dos “Comandos, heróis da Guerra do Ultramar (veja-se, por exemplo, o número de condecorações “Torre e Espada” atribuídas a militares com esta especialidade) e também neste pequeno rectângulo à “beira mar plantado”:
“(…)- Os nomes do Tenente de Inf.ª José Coimbra e do Furriel Mil.º Joaquim Pires, mortos em 26-11-1975, no cerco ao Reg. de Lanceiros 2, por pessoal desta Unidade, foram esquecidos e só são hoje lembrados pela Associação de Comandos.- Os convocados foram antecipadamente devolvidos à vida civil; muitos ficaram sem os seus empregos. Teve a Associação de Comandos de lhes dar o apoio possível, depois de já ter dado esse mesmo apoio a “Comandos” retornados de Angola e Moçambique. Mais tarde, viria a apoiar os “Comandos” do Batalhão da Guiné, que conseguiram fugir para o Senegal (para não serem fuzilados), onde os fomos buscar, trazendo-os para a Associação de Comandos, dando-lhes alimentação, alojamento e, posteriormente, emprego.- Os poucos convocados que se puderam manter no serviço activo, mormente oficiais e alguns sargentos, pertencem hoje ao quadro técnico e secretariado. Não receberam louvores nem condecorações. O Coronel Jaime Neves passou à reserva. O Regimento de Comandos, depositário de tradições e experiências únicas, de um espírito de corpo que permitiu actuar decididamente em situações de evidente inferioridade, foi extinto.- Assim foram recompensados os “Comandos”!Lembro pessoas que tiveram grandes responsabilidades políticas, como o Dr. Almeida Santos e Prof. Barbosa de Melo, ex-Presidentes da Assembleia da República, que até hoje nenhuma homenagem patrocinaram por estes “Comandos” convocados. O primeiro esteve presente nas sessões realizadas em Oeiras no 25.º aniversário. O segundo foi quem apresentou, no 30.º aniversário, o meu livro acima referido (em co-autoria com Proença Garcia e Rui Fonseca) – “25 de Novembro de 1975; Os «Comandos» e o Combate pela Liberdade”, no Instituto de Defesa Nacional. O mesmo aconteceu com o Prof. Cavaco Silva, a quem, em 2007, ofereci um exemplar deste livro com idêntico apelo.Assim, neste dealbar do ano de 2010, apelo, mais uma vez, aos meus amigos, que se encontram na Comissão de Honra da candidatura de Cavaco Silva, actual e futuro chanceler das Ordens Honoríficas de Portugal, que façam algo por esta causa. Eles, os “Comandos” convocados, merecem e a Pátria deve-lhes essa homenagem.E termino recordando o que reporta o poeta José Caniné sobre este tema:“Abril sempre”, gritam mil,E eu com eles grito, embora,Complete o meu “sempre Abril”Com o “Novembro” a toda a hora.
Cor. Manuel Bernardo27-11-2010
Quem não se lembra, há dois anos, da vinda do deus Rá (o sol do meio-dia), incarnado em Barack Obama. Era a salvação da Humanidade, mas também a criação de uma coligação americana para os séculos futuros, constituída por tudo o que é bom (negros, gays, hispânicos, jovens, mulheres, brancos iluminados) e que raiaria sobre o planeta. Vinte e quatro meses depois, a coligação desapareceu e venceu a direita. Na Europa, sucedem-se também vitórias da direita.
A presidência Obama parece hoje uma entidade velha e gasta e a nova energia vem do inorgânico Tea Party. Como sempre acontece com as vitórias populares da direita, o Tea Party vai sendo descrito como uma colecção de lunáticos e ignorantes.
Já Thatcher e Reagan, que mudaram para sempre a paisagem política do mundo (sem exagero: contribuíram para a queda da URSS), foram vistos assim; no seu tempo, também Cavaco foi entendido da mesma maneira (o “homem sem biografia”, Soares dixit), e também ele mudou para sempre a nossa democracia. Não é seguro que o Tea Party seja algo do género, mas tem potencial para isso. Ao contrário de uma narrativa cansativa, nós não vivemos no “neoliberalismo”. Vivemos em regimes de Estado-providência (mesmo nos EUA), que temperam a liberdade política e económica com uma forte intervenção estatal. Por todo o lado, estes regimes estão ameaçados, dada a dificuldade em financiá-los. O Tea Party quer ser uma alternativa, com soluções desestatizadas.A esquerda, que se sente sempre humilhada quando perde eleições, já tratou de explicar que a vitória do Tea Party é a garantia da reeleição de Obama:com tantos maluquinhos no Congresso, toda a gente vai votar nele em 2012.É capaz de ter razão, mas por outro motivo: com um Congresso mais virado à direita, Obama também vai ser obrigado a governar mais à direita, abandonando os seus próprios projectos lunáticos. Talvez Obama se transforme agora no presidente bipartidário que prometeu ser na campanha e ainda não foi. E assim, talvez ganhe mesmo.
O deputado do PS Ricardo Gonçalves gostava de ter a cantina da AR aberta ao jantar.
Isto porque 3700€/mês que aufere "não dão para tudo". Fiquei com um "aperto no coração" ao ler isto.
Tiago Mesquita (www.expresso.pt)
9:00 Terça feira, 5 de Outubro de 2010
Pensava que nada me podia surpreender na política, mas eis que um deputado me acorda para a triste realidade: Portugal. O absurdo é o limite. O horizonte da estupidez ganha novos desígnios e contornos todo o santo dia. Ao deputado Ricardo Rodrigues dos gravadores junta-se agora o deputado Ricardo Gonçalves das refeições.
Se o primeiro meteu gravadores no bolso. Este afirma que o que lhe põem no bolso não chega para tudo, mesmo que seja um valor a rondar os 3700€/ mês. Uma miséria. "Se abrissem a cantina da Assembleia da República à noite, eu ia lá jantar. Eu e muitos outros deputados da província. Quase não temos dinheiro para comer" Correio da Manhã (vou fazer uma pausa para ir buscar uns kleenex...)
O corte de 5% nos salários irá obrigá-lo, como "deputado da província", a apertar o cinto e consequentemente o estômago, levando-o a sugerir com ironia mas com seriedade (!?) a abertura da cantina da AR para poder jantar. Uma espécie de Sopa dos Pobres mas sem pobres e sem vergonha. Só com políticos, descaramento e sopa.
"Tenho 60 euros de ajudas de custos por dia. Temos de pagar viagens, alojamento e comer fora. Acha que dá para tudo? Não dá" Valerá a pena acrescentar alguma coisa? Não me parece. Só dizer que as almôndegas que comi ao jantar não se vão aguentar no estômago durante muito tempo depois de ter feito copy/paste desta declaração
Mas continuando a dar voz ao Sr. Deputado: "Estamos todos a apertar o cinto, e os deputados são de longe os mais atingidos na carteira". Pois é, coitadinhos, andam todos a pão e água. Alguns são meninos para largar os bifes do Gambrinus.
Pessoal,
Vamos contribuir com ideias para Assembleia da República no âmbito do OE?
Pelo lado da receita já não existe mais margem de manobra. É por aqui que o governo quer trilhar o seu caminho e nós vamos dizer que existe outra alternativa.
Pelo lado da despesa do Estado, ainda há imensas coisas por fazer, como por exemplo:
- cortes nos cartões de créditos atribuídos há milhares de administradores, vogais, gestores, secretários de estado, etc, etc, etc, etc, etc.- redução de viaturas de estado- eliminação de alguns Institutos- eliminação de algumas Fundações- redução nas comitivas de Estado no Estrangeiro- fim das parcerias Pública-Privadas- eliminação de milhares de empresas Outsourcing que prestam serviço ao Estado/Poder Autarquico
- etc, etc.
Vamos todos entrar no “site” da Assembleia da República e no separador “Correio de cidadão” preenchemos os campos conforme indicação abaixo:
ÂMBITO: Sugestão
NOME: “o vosso nome”
O SEU E-MAIL: “o vosso mail”
ASSUNTO: OE 2011
MENSAGEM: “escrevam as vossas sugestões para redução da Despesa do Estado”.
Quando se trata de reduzir nas despesas, os nossos deputados têm muito pouca imaginação, ou quase nenhuma, enviando um mail para a Assembleia com boas ideias estaremos a ajudá-los. Nem que seja uma ideia, vamos encher a caixa de correio da Assembleia.
Participem nesta iniciativa.
Força Portugal!
Depois de licenciaturas por fax ao domingo.... das novas oportunidades.... dos mestrados de Bolonha...
e não sei que mais, eis mais um um mestrado surpreendente!
![]()
Diário da República, 2ª Série, nº. 51, 12 de Março de 2008
ISTO É PORTUGAL NO SEU MELHOR
MESTRE EM GESTÃO E MANUTENÇÂO DE CAMPOS DE GOLFE
Diário da República, 2ª Série, nº51, 12 de Março de 2008
(Encontrado aqui e podem confirmar em
http://www.dre.pt/pdf2sdip/2008/03/051000000/1067010674.pdf
Leiam bem:
Mestrado em Gestão e Manutenção de Campos de Golfe
Não é curso profissional, nem licenciatura, é mestrado!
O doutoramento virá a seguir.
Riam-se, riam-se.
Antigamente as Fundações eram criadas pelos milionários com o intuito de ajudarem os pobres. Hoje as fundações são criadas por energúmenos para simplesmente roubarem o dinheiro que seria para ajudarem os pobres. Essa gente, incluindo também os políticos corruptos deveriam ser queimados na praça pública. Temos que aniquilá-los, antes que eles acabem connosco.14 mil insttuições recebem dinheiro do OE. Espantoso!É urgente outra revolução em Portugal, porque somos nós que vamos pagar isto tudo, podem ter a certeza absoluta.Vamos continuar a sustentar esses corruptos? Até quando? Vamos agir só quando o País estiver na bancarrota?Economista José Cantiga Esteves estima que haja 639 fundações a irem buscar dinheiro ao Orçamento do EstadoCerca de 14 mil instituições recebem dinheiro do Orçamento do Estado, de acordo com as contas do economista José Cantiga Esteves, que defendeu ser preciso dar sinais de que a situação é séria.Durante o debate promovido pela Ordem dos Economistas, que decorreu ontem em Lisboa, para debater o caderno de encargos do próximo Orçamento, Cantiga Esteves surpreendeu a sala com um grande bloco de folhas com um sumário das instituições que integram o orçamento."Existem cerca de 14 mil instituições que estão no Orçamento do Estado. 13 740 entidades que recebem dinheiros públicos", afirmou o economista, explicando que existem no perímetro do Orçamento 356 institutos públicos e 639 fundações.Segundo os cálculos que apresentou, existem ainda 343 empresas públicas e 87 parcerias público-privadas (PPP). O economista defendeu que o próximo OE deve assim dar sinais de emergência, desde logo na forma, reduzindo o tamanha e o número de instituições ligadas ao Estado e simplificando o próprio documento. Cantigas Esteves considerou também que "a receita está um pouco esgotada como solução" para resolver o problema das contas públicas.