Lutar contra o Inimigo, costumava ser chamado de "Guerra";
Agora, é chamado "Racismo"!
Abortion pill safety concerns ignored and Australian woman dies
Shannon Buckley
Australia has had its first death of a woman using the abortion pill to terminate her pregnancy at home. The Australian confirms that the woman died of sepsis “some days after” having the medical abortion at one of Marie Stopes International Australia’s (MSIA) 14 Australian clinics back in 2010.
The Australian further reports that:
"In the six-month period to June 30 last year – the latest for which figures are available – the drug was given to an extra 5383 Australian women, a spike of 48 per cent. About 85,000 abortions a year are performed in Australia, mostly for women who choose not to continue pregnancy."
The abortion pill is an alternative to surgery for women in the early weeks of pregnancy and is a combination of drugs which cause miscarriage. The drug has killed dozens of women worldwide and injured more than 2,200 in the United States alone, according to the Food and Drug Administration April figures (very quietly released one might add). Through April, the FDA reports 2,207 adverse events related to the use of RU 486, including 14 deaths, 612 hospitalizations, 58 ectopic pregnancies, 339 blood transfusions, and 256 cases of infections in the United States alone. A European drug manufacturer has publicly stated that 28 women have died worldwide after using RU 486/mifepristone. This is despite the World Health Organization (WHO) believing that mifepristone is an important treatment that should be made available to all women to rid themselves of unwanted pregnancy.
Espelho meu… diz-me quem fez mais cortes do que eu!
Apesar de bastante comum, o mais perigoso defeito dum político é a egolatria. É o que acontece com Mário Soares. Apesar dele por estes dias gozar dum estatuto de quase inimputabilidade, é difícil atender ao seu “manifesto”, um arrazoado de moralismo oportunista cujo objectivo, para além de embaraçar a direcção do seu partido, não é mais do que boicotar a recuperação nacional, chamando a si as luzes da ribalta. Para aqueles que por qualquer razão não têm memória, convém relembrar que, quando entre 1983 e 1985 Soares liderou o chamado Governo do Bloco Central, Portugal estava à beira de uma ruptura financeira, o que implicou uma forte intervenção do FMI.
por João César das Neves*
Nas próximas eleições existe um elemento fundamental em jogo: dignidade nacional. Se, como várias vozes alvitram, o partido de José Sócrates tiver um resultado digno, a nossa democracia sofrerá um rude golpe. Portugal será a chacota mundial.
Não se trata de uma questão de votos, mas de elementar racionalidade. Aqueles dirigentes que presidiram seis anos, quatro dos quais em maioria, aos destinos nacionais, não podem ser poupados. Depois de longos tempos a negar a realidade, a manipular a imagem, a pintar quadros ilusórios em que cidadãos e mercados não acreditam, só ficarão impunes com descrédito para o sistema político.
Nos últimos 32 meses, ou o Governo ignorava a realidade ou sabotou deliberadamente a situação nacional. Não há outra explicação. Se a charada da vitimização tiver êxito eleitoral, isso mostra não a qualidade do Governo mas a tolice dos eleitores. Com a chantagem da instabilidade, ficção da política de sucesso, desplante de negar o óbvio, Sócrates andou anos a dançar na borda do vulcão. Agora que o País caiu lá dentro, o PS não pode ser poupado. Como na Grécia e na Irlanda, Portugal precisa de que ele perca forte a 5 de Junho.
Antigamente, algo evitava estas circunstâncias. Chamava-se vergonha. O responsável pela condução nacional ao colapso, mesmo considerando-se tecnicamente inocente, assumia politicamente a situação e afastava-se para dar lugar a outros. Mas esse pudor político anda muito arredado das praias nacionais, como andou no auge do Liberalismo oitocentista e na ruína da Primeira República. Mais que a incompetência e corrupção, era o descaramento dos responsáveis que então destruía a vida nacional. Foi essa a nossa experiência democrática até meados do século XX.
Por isso, após 1974 tanto se temia o regresso da liberdade, que nunca rodara bem nestas paragens. Surpreendentemente, o regime funcionou. Funcionou mesmo muito satisfatoriamente. Nas três primeiras décadas após Abril, apesar de inevitáveis tropelias e abusos, presentes em todos os regimes, existiu honra, dignidade, elevação, acompanhada por alternância e desportivismo. É isso que tem resvalado ultimanente. As próximas eleições mostrarão se regressámos à antiga podridão ou se foram lapsos passageiros.http://www.bonsinvestimentos.com/Cronicas-JCN/dignidade-nacional.html
O governo britânico informou hoje que o ditador da Líbia, Muamar Kadafi, estaria a caminho do exílio na Venezuela, após a brutal repressão aos protestos pedindo a derrubada dele e que já mataram quase 300 pessoas. Aviões militares líbios teriam atirado na multidão. As primeiras informações sobre a fuga de Kadafi apareceram ontem (20), numa rede de TV de Dubai, nos Emirados Árabes, mas não foram confirmadas. Sites da Tunísia reproduziram a notícia, que especulava um possível pedido de asilo ao Brasil ou à Venezuela, onde mantém fortes laços comerciais e "afinidade" política com o presidente Hugo Chávez. O ditador líbio transferiu o poder ao filho, Saïf Kadafi, que ameaçou mais repressão num discurso na TV no domingo. O pai teria viajado logo depois. (Do Claudio Humberto)
EU Franco-German Hustle Spells More Trouble
Saturday, February 05, 2011 – by Anthony Wile
It was "all the news" yesterday, competing for shelf space against the ongoing Egyptian unrest: French and German leaders were attempting to muscle the EU toward greater integration. EU ministers were said to be taken aback, even resentful of the last minute policy mandates, which will demand broad fiscal and labor harmonization. By March, it is reported, they will have to make decisions.Both Angela Merkel of Germany and Nikolas Sarkozy of France are confirmed globalists and they have jointly come up with these fiscal and labor strategies. My question is, how long exactly can this go on? How many times can the unholy duo Batman (Merkel) and Robin (Sarkozy) swing down into conferences rooms and demand immediate, sweeping changes.Europe is simmering now – haven't they noticed? The Parthenon has its char marks. Portugal and Spain have been subject to considerable union unrest. Prince Charles and his consort were nearly pulled from their Bentley by students during a British austerity riot. Even France has experienced unrest.All of this is grandly ignored. The masses are offered cake and vaster VATS. The hoi-polloi may grumble, but it is incumbent on visionary leaders to courageously expand the EU's already icy authoritarian grip. That Germany and France would come up with such an expansive plan even as Africa and the Middle East shudder under regime change is ironic to begin with and arrogant as well.Are they daring the voting public to go ahead and protest? Does Merkel fail to recall that her entire EU policy, including increased German bailouts for Europe, is currently under constitutional challenge? She has already lost political power over her integrationist stance and may lose even more.
Relatório 2010. Alunos não sabem raciocinar nem escrever
por Kátia Catulo , Publicado em 31 de Dezembro de 2010 | Actualizado há 11 horasEstudo do Ministério da Educação em 1700 escolas revela a dificuldade dos alunos em resolver exercícios que não sejam básicos
Estruturar um texto encadeado, explicar um raciocínio com lógica, utilizar uma linguagem rigorosa ou articular diferentes conceitos da mesma disciplina são incapacidades que percorrem os alunos do 8.o ao 12.o ano de escolaridade, seja na Matemática, seja na Língua Portuguesa ou na Biologia. Mais que dominar a matéria, a grande dificuldade dos estudantes das escolas básicas e secundárias é expressar por escrito as suas ideias e os conhecimentos que adquiriram nas aulas. Esta é a principal conclusão do Relatório 2010 do Gabinete de Avaliação Educacional (Gave).
Poucas semanas depois de o estudo do PISA revelar que Portugal é o país da OCDE que mais progrediu na educação, chega agora o relatório do Gave que vem demonstrar que os alunos portugueses afinal estão ainda longe de conseguir desempenhar tarefas tão simples como, por exemplo, interpretar um texto poético, solucionar um exercício matemático com mais de duas etapas ou enfrentar um enunciado que não seja simples e curto.
A equipa do Ministério da Educação avaliou os conhecimentos dos alunos em 500 escolas secundárias e em 1200 estabelecimentos com o 3.o ciclo do ensino básico. Os testes intercalares do Gave, que começaram no ano lectivo de 2005/06, foram aplicados às disciplinas de Matemática e de Língua Portuguesa (no ensino básico) e ainda às cadeiras de Matemática A, Física e Química A e Biologia e Geologia do ensino secundário.
Nas disciplinas que envolveram contas (Matemática e Física/Química), os adolescentes só conseguiram completar correctamente os exercícios quando o desafio passou por resolver "cálculos elementares". O bom desempenho, aliás, está "fortemente associado" aos enunciados curtos e aos textos simples, conclui o relatório que o i consultou.
Alegresaurius e outros animais políticos
O site Wikileaks divulgou os nomes atribuídos a algumas personalidades portuguesas pelas embaixadas norte-americanas.
ISABEL CHAVES
Nos telegramas agora conhecidos, Manuel Alegre é definido como “um velho leão”, um “dinossauro esquerdista” e um “alegresaurius”.
35.º Aniversário25 de Novembro – Esquecimento e desconsideração…Por Cor. Manuel Bernardo
(…) Sobre o 25 de Novembro não quero contestar nada do que foi referido pelo General Ramalho Eanes, pelo Capitão Sousa Gonçalves e pelo Coronel Manuel Bernardo (…)General Jaime Neves in “(…) os 25 Anos do 25 de Novembro” / 2001.
(…) Importante é sublinhar o patriotismo e a capacidade de comando do Coronel Jaime Neves, que soube travar em condições dificílimas, o ímpeto combativo dos seus homens, de modo a minimizar as perdas humanas nos confrontos da Calçada da Ajuda. (…).
General Ramalho Eanes, in “25 de Novembro (…)” / 2005Neste 35.º aniversário do contra-golpe do 25 de Novembro de 1975, surgiu uma estranha máquina de movimentação e manipulação da Comunicação Social, que, em vez de salientar o ocorrido nesta data, onde foi reposta a intenção de montar em Portugal (depois concretizada) uma democracia pluralista, à semelhança das que estavam em vigor na então designada Europa Ocidental, viria a destacar uma notícia requentada da acusação feita pela PJ a três oficiais do Exército e dois civis, e que terá seguido para o Ministério Público. Isto segundo o diário “Público”, que não os identifica.
Qual não foi o meu espanto quando um amigo me avisa para comprar o “Correio da Manhã” desse dia 25 de Novembro de 2010. Em “caixa alta” surge na página 19, o título “Coronel louvado suspeito de burla”, seguido do destaque – “Jaime Neves comprava material de manutenção para o Exército a preços elevados para favorecer amigos. (…)”. Era uma estranha situação já que este diário sempre se mostrou disponível para enaltecer as virtudes militares e os valorosos actos praticados naquela época, quando Portugal esteve à beira da guerra civil.
O que sucedera então? Na minha opinião, duas jornalistas (Ana Isabel Fonseca e Tânia Laranjo) com uma certa “esperteza saloia” e talvez por pressão de alguém, que no ano passado tanto contestou a promoção do Coronel Jaime Neves ao posto de major-general, resolveram fazer uma peça jornalística, direccionada para leitores apressados e que certamente acabariam por ser “levados” por tal maniqueísmo. Para dar mais consistência ilustraram o texto com uma foto, com tropa dos “Comandos” a marchar. E devem ter apanhado distraída a direcção do jornal, pois conseguiram a sua publicação!!! Quer nesse texto, quer no do dia seguinte, em tamanho muito reduzido (tive que “passar” o jornal por duas vezes para a encontrar), a “tentar” reparar as insinuações feitas, Jaime Neves nunca foi tratado por general, que é o seu posto actual. E para quem ainda não sabe, acrescento que o acusado Jaime Manuel Rodrigues Neves, referenciado no texto, era um oficial de Administração Militar (açoreano) em relação a factos eventualmente praticados há mais de dez anos.
Lembro que, em vez de ser feita a celebração de uma efeméride muito importante para Portugal e onde se conseguiu terminar com a loucura revolucionária generalizada do pós-25 de Abril de 1974, as várias estações de televisão, no passado dia 25 de Novembro (35.º aniversário), que me lembre, não se dignaram empenhar uma única equipa de reportagem para se deslocar ao Centro de Instrução de Tropas Comando, na Serra da Carregueira, onde o General “Comando” Pinto Ramalho, Chefe do EME, presidiu à cerimónia alusiva a tão relevante acontecimento.
Outros esquecimentos…
Muito mais grave tem sido a atitude tomada pelas mais altas hierarquias do Estado, Assembleias da República, Governos e Presidentes, em relação aos apelos formulados ao longo dos anos, quer pelos Presidentes da Associação de Comandos, quer por mim próprio, para que os principais obreiros do 25 de Novembro fossem devidamente galardoados com louvores ou condecorações, pelos altos e relevantes serviços prestados à Pátria nesta data. Foram os oficiais, sargentos e praças que, nessa altura e depois do serviço militar cumprido (a maior parte, senão a totalidade em combate, nas três frentes de guerra), vieram da vida civil para integrarem as Companhias de Comandos 121 e 122, comandadas respectivamente pelos Capitães Mil.ºs Sousa Gonçalves (já falecido) e Sampaio de Faria.Aquando do 25.º aniversário, durante cerca de dois meses e nas instalações municipais de Oeiras, decorreu uma reflexão sobre os acontecimentos do 25 de Novembro de 1975. O Comandante (Piloto) Vítor Ribeiro, então Presidente da Associação de Comandos, faria uma boa síntese do estado de espírito do pessoal dos “Comandos, heróis da Guerra do Ultramar (veja-se, por exemplo, o número de condecorações “Torre e Espada” atribuídas a militares com esta especialidade) e também neste pequeno rectângulo à “beira mar plantado”:
“(…)- Os nomes do Tenente de Inf.ª José Coimbra e do Furriel Mil.º Joaquim Pires, mortos em 26-11-1975, no cerco ao Reg. de Lanceiros 2, por pessoal desta Unidade, foram esquecidos e só são hoje lembrados pela Associação de Comandos.- Os convocados foram antecipadamente devolvidos à vida civil; muitos ficaram sem os seus empregos. Teve a Associação de Comandos de lhes dar o apoio possível, depois de já ter dado esse mesmo apoio a “Comandos” retornados de Angola e Moçambique. Mais tarde, viria a apoiar os “Comandos” do Batalhão da Guiné, que conseguiram fugir para o Senegal (para não serem fuzilados), onde os fomos buscar, trazendo-os para a Associação de Comandos, dando-lhes alimentação, alojamento e, posteriormente, emprego.- Os poucos convocados que se puderam manter no serviço activo, mormente oficiais e alguns sargentos, pertencem hoje ao quadro técnico e secretariado. Não receberam louvores nem condecorações. O Coronel Jaime Neves passou à reserva. O Regimento de Comandos, depositário de tradições e experiências únicas, de um espírito de corpo que permitiu actuar decididamente em situações de evidente inferioridade, foi extinto.- Assim foram recompensados os “Comandos”!Lembro pessoas que tiveram grandes responsabilidades políticas, como o Dr. Almeida Santos e Prof. Barbosa de Melo, ex-Presidentes da Assembleia da República, que até hoje nenhuma homenagem patrocinaram por estes “Comandos” convocados. O primeiro esteve presente nas sessões realizadas em Oeiras no 25.º aniversário. O segundo foi quem apresentou, no 30.º aniversário, o meu livro acima referido (em co-autoria com Proença Garcia e Rui Fonseca) – “25 de Novembro de 1975; Os «Comandos» e o Combate pela Liberdade”, no Instituto de Defesa Nacional. O mesmo aconteceu com o Prof. Cavaco Silva, a quem, em 2007, ofereci um exemplar deste livro com idêntico apelo.Assim, neste dealbar do ano de 2010, apelo, mais uma vez, aos meus amigos, que se encontram na Comissão de Honra da candidatura de Cavaco Silva, actual e futuro chanceler das Ordens Honoríficas de Portugal, que façam algo por esta causa. Eles, os “Comandos” convocados, merecem e a Pátria deve-lhes essa homenagem.E termino recordando o que reporta o poeta José Caniné sobre este tema:“Abril sempre”, gritam mil,E eu com eles grito, embora,Complete o meu “sempre Abril”Com o “Novembro” a toda a hora.
Cor. Manuel Bernardo27-11-2010
If an alien ever says “take me to your leader”, where would you take them?
Pretty soon the answer will be a Malaysian astrophysicist named Mazlan Othman, who's expected to be appointed as the United Nation’s space ambassador for extraterrestrial contact affairs. That gives her the right to make the first official response to any travelling aliens.
Othman was Malaysia’s first astrophysicist, became the head of the country’s national planetarium (Negara) and launched the first Malaysian astronaut, Sheikh Muszaphar Shukor, to the International Space Station in October 2007.
Now, Othman is the director of the UN’s Office for Outer Space Affairs (UNOOSA); a branch of the General Assembly, established in 1962. The office is responsible for promoting international co-operation and peace in dealing with outer space, and includes topics such as satellite navigation and space debris.