Não caio na Demagogia barata de fingir que o Povo é Inimputável...

Não caio na Demagogia barata de fingir que o Povo é Inimputável...

terça-feira, 18 de maio de 2010

Uma mázinha!

Uma muito mázinha:

"Se estamos mesmo destinados a seguir o caminho dos gregos, então comecemos por envenenar o Sócrates."

Nota para os Bufos-Maçons do PS:
Isto é IRONIA, vão ver ao Dicionário, não é incitamento a coisa nenhuma...
Mais a mais, porque acho que o Sócras não pode ser envenenado - Ele é VENENO!

...E sabiam isto?

Não divulgar, é cumplicidade!



É preciso que se saiba "... que os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham pouco mais de metade (55%) do que se ganha na zona euro,
mas os nossos gestores recebem em média:
- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos"
(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)


E são estas "inteligências" que chamam a nossa atenção, dizendo que
"os portugueses gastam acima das suas possibilidades".

domingo, 16 de maio de 2010

A indignação é um direito!

A indignação é um direito

Acabou a mentira. Acabou a manipulação. Acabou a demagogia. A brutal dose de austeridade que agora se abate sobre os portugueses só surpreende os mais incautos, pois o estado de degradação das contas públicas há muito que prenunciava a inevitabilidade de medidas do género das que vamos todos ter de suportar. O discurso ilusionista do primeiro-ministro não tinha sustentação e desabou perante a inflexibilidade das orientações europeias. 

Mais uma vez, os portugueses vão pagar a factura de políticas irrealistas que alimentaram um modelo económico ultrapassado, em que o Estado assume uma presença tentacular e um peso obsessivo. O duro choque que foi anunciado, se as coisas se mantiverem como até aqui, sem mudanças profundas que implicam coragem, frontalidade e, sobretudo, inovação, há-de ter reedições no futuro. O que mais assusta e apoquenta na situação actual é a ausência de clareza quanto ao que acontecerá a seguir e o receio de que a austeridade, afinal, não represente um meio para alguma coisa melhor, mas apenas um período de transição para... nova e inevitável austeridade. Como se o nosso modelo de desenvolvimento se resumisse a isso, dada a total incapacidade para refundar a actividade económica. No fundo, o que mais irrita é não se conseguir perceber se há esperança no final de um túnel que muitas gerações vêm percorrendo, sem hipótese de fuga. A percepção que se tem é que a criatividade dos políticos se resume a ir ao bolso do contribuinte cada vez que os problemas apertam. Isto não é vida e muito menos oferece futuro. 

 Leiam tudo, no Correio da Manhã:

O velho Bochechas!


O livro, que noutra democracia europeia daria escândalo e inquérito judicial veio a públiconos últimos meses do segundo mandato presidencial de Soares e foi ignorado pelos poderes da República.


Em síntese, que diz Mateus ?


Que, após ganhar as primeiras presidenciais, 1986, Soares fundou com alguns amigos políticos um grupo empresarial destinado a usar os fundos financeiros remanescentes da campanha.


Que a esse grupo competia canalizar apoios monetários antes dirigidos ao PS, tanto mais que Soares detestava quem lhe sucedeu no partido, Vítor Constâncio (um anti-soarista), e procurava uma dócil alternativa a essa liderança.


Que um dos objectivos da recolha de dinheiros era para financiar a reeleição de Soares.


Que, não podendo presidir ao grupo por razões óbvias, Soares colocou os amigos como testas-de-ferro, embora reunisse amiúde com eles para
orientar a estratégia das empresas, tanto em Belém como nas suas residências particulares.


Que, no exercício do seu "magistério de influência" (palavras suas noutro contexto), convocou alguns magnatas internacionais - Rupert Murdoch, Sílvio Berlusconi, Robert Maxwell e Stanley Ho - para o visitarem na Presidência da República e se associarem ao grupo, a troco de avultadas quantias que pagariam para facilitação dos seus investimentos em Portugal.


Note-se que o "Presidente de todos os portugueses" não convidou os empresários a investir na economia nacional, mas apenas no seu grupo, apesar dos contribuintes suportarem despesas de estada.


Que moral tem um país para criticar Avelino Ferreira Torres, Isaltino Morais, Valentim Loureiro ou Fátima Felgueiras se acha normal uma candidatura presidencial manchada por estas revelações ?


E que foi feito dos negócios do Presidente Soares ?


> Pela relevância do tema, ficará para próximo desenvolvimento.

sábado, 15 de maio de 2010

...Porque é preciso rir, um pouco...

Abençoada Grâ-Bretanha!

O 4º Reich vai ver a Grâ-Bretanha a abandonar este Pesadelo da C€?

Abençoada Grâ-Bretanha!

Will Great Britain Ditch the EU?

Ambrose Evans-Pritchard explains why it should:
Just when you thought the EU could not go any further down the road towards authoritarian excess, it gets worse.

The European Commission is calling for EU powers to vet budgets of the 27 member states before the draft laws have been presented to the House of Commons, the Tweede Kamer, the Folketing, the Bundestag, the Assemblee Nationale, or other national parliaments. It applies to Britain even though we are not in EMU.

Fonctionnaires and EU finance ministers will pass judgement on the British (or Dutch, or Danish, or French) budgets before the elected bodies of these ancient and sovereign nations have seen the proposals. Did we not we not fight the English Civil War and kill a king over such a prerogative?

Yet again we are discovering the trick played on our democracies by Europe’s insiders when they charged ahead with EMU, brushing aside warnings by their own staff economists that monetary union was unworkable without fiscal union. Jacques Delors knew perfectly well that this would lead inevitably to a crisis, but it would be the “beneficial crisis” that would force sovereign parliaments to submit to demands that they would never otherwise accept.
Leiam tudo, aqui:

http://www.economicpolicyjournal.com/2010/05/will-great-britain-ditch-eu.html

Bestas quadradas!

São estes os Media que o Obama acha que o Povo deve ver...
Pois!
Epancipation!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Como lidar com os Anormais Políticamente Correctos!

Como lidar com os Anormais Políticamente Correctos!

...E digam adeus a Portugal:

.E digam adeus a Portugal;
Vamos ser todos ENGOLIDOS pela Nova União Soviética, em nome das Auto-Estradas vazias, e dos Magalhães de merda:


Well it couldn't have happened to a nicer bureaucratic monster. As reported by Diario de Noticias; Brussels top aparatchiks aim at monetary centralization of all EU countries. Sovereignty and independence of each and every European nation is now firmly in the past.

One does not need to look past the Sunday night 1 trillion dollar bailout to see why that is so. A model which was based on Federal Union of American States is now becoming a neo-USSR centrist model in which individual countries will have no saying in setting their monetary and fiscal requirements and policies. Furthermore; while both Angela Merkl and Nicolas Sarkozy downplay the significance of such a political [yes it is nothing but that] move, we here on ZeroHedge know better than to take their words at face value.

Obviously nothing was solved by monetary infusion and the only thing keeping the EUR from not crashing towards parity with the USD are the markets, which suffer from a severe case of ADHD, which makes them look, for a prolonged period of time, at shiny stock gains and 0.2% GDP growths, and of course Uncle Ben's instant swap facilitiesTM. Some countries which have a leveraged position inside Krem... uhh Brussels will surely welcome such positioning and centralization of power, while the European periphery will suffer as it did many times in the past. Our take is that Brussels will demand currency pegs with other EU countries [as well with those who are in the process of entering the Union but have not yet finished their negotiations] in order to impose control even further. The main beneficiaries of such a move could be Great Britain, Germany and France; countries which could exploit their dominant position within the European parliament to further their goals disregarding the needs of other Union members, a behavior which would not only admit the multi-tier nature of the EU and different treatments for different countries, but also make ground for radical political ideas to enter mainstream politics and further poison a very much poisoned political environment. I am 100% sure nothing beneficial will come out of this in the longterm, but will surely make EU bureaucrats tap their backs in a congratulatory manner for the brilliant job they have done.

...E julgam que a perca da nossa  Independência, e depois, da nossa Liberdade vai servir para alguma coisa?
Julgam que isto vai melhorar, nesta Europa de MERDA?
VAI, VAI... 

Então?

Então?
Já vos dói, o Socialismo?
Já vos dói, no Orçamentozinho Familiar?
A Pedofilia Política da Esquerda é assim:
Primeiro, muita Festa, muito Rebuçado;
Depois, vocês PAGAM... 

UI! UUUUUIIII! UI,UI!

O Zé Povinho, que TINHA de votar na Esquerda, já pode cantar:
"Dói, dói... És o meu Herói!"



.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Tomem lá Mações...




Opus Dei / Maçonaria



ARTIGO DE LEITURA “OBRIGATÓRIA”

Opus Dei /Maçonaria (a história do BCP).
Miguel Sousa Tavares

Em países onde o capitalismo, as leis da concorrência e a seriedade do negócio bancário são levados a sério, a inacreditável história do BCP já teria levado a prisões e a um escândalo público de todo o tamanho.
Em Portugal, como tudo vai acabar sem responsáveis e sem responsabilidades, convém recordar os principais momentos deste "case study", para que ao menos a falta de vergonha não passe impune.

1. Até ao 25 de Abril, o negócio bancário em Portugal obedecia a regras simples:
Cada grande família, intimamente ligada ao regime, tinha o seu banco.
Os bancos tinham um só dono ou uma só família como dono e sustentavam os demais negócios do respectivo grupo.
Com o 25 de Abril e a nacionalização sumária de toda a banca, entrámos num período 'revolucionário' em que "a banca ao serviço do povo" se traduzia, aos olhos do povo, por uns camaradas mal vestidos e mal encarados que nos atendiam aos balcões como se nos estivessem a fazer um grande favor.
Jardim Gonçalves veio revolucionar isso, com a criação do BCP e, mais tarde, da Nova Rede, onde as pessoas passaram a ser tratadas como clientes e recebidas por profissionais do ofício..
Mas, mais: ele conseguiu criar um banco através de um MBO informal que, na prática, assentava na ideia de valorizar a competência sobre o capital.
O BCP reuniu uma série de accionistas fundadores, mas quem de facto mandava eram os administradores - que não tinham capital, mas tinham "know-how".
Todos os fundadores aceitaram o contrato proposto pelo "engenheiro" - à excepção de Américo Amorim, que tratou de sair, com grandes lucros, assim que achou que os gestores não respeitavam o estatuto a que se achava com direito (e dinheiro).

2. Com essa imagem, aliás merecida, de profissionalismo e competência, o BCP foi crescendo, crescendo, até se tornar o maior banco privado português, apenas atrás do único banco público, a Caixa Geral de Depósitos.
E, de cada vez que crescia, era necessário um aumento de capital.
E, em cada aumento de capital, era necessário evitar que algum accionista individual ganhasse tanta dimensão que pudesse passar a interferir na gestão do banco.

Para tal, o BCP começou a fazer coisas pouco recomendáveis: aos pequenos depositantes, que lhe tinham confiado as suas poupanças para gestão, o BCP tratava de lhes comprar, obviamente sem os consultar, acções do próprio banco nos aumentos de capital, deixando-os depois desamparados nas perdas da bolsa;
Aos grandes depositantes e amigos dos gestores, abria-lhes créditos de milhões em "off-shores" para comprarem acções do banco, cobrindo-lhes, em caso de necessidade, os prejuízos do investimento.
Desta forma exemplar, o banco financiou o seu crescimento com o pêlo do próprio cão, aliás, com o dinheiro dos depositantes - e subtraiu ao Estado uma fortuna em lucros não declarados para impostos.
Ano após ano, também o próprio BCP declarava lucros astronómicos, pelos quais pagava menos de impostos do que os porteiros do banco pagavam de IRS em percentagem. E , enquanto isso, aqueles que lhe tinham confiado as suas pequenas ou médias poupanças viam-nas sistematicamente estagnadas ou até diminuídas e, de seis em seis meses, recebiam uma carta-circular do engenheiro a explicar que os mercados estavam muito mal.

3. Depois, e seguindo a velha profecia marxista, o BCP quis crescer ainda mais e engolir o BPI.
Não conseguiu, mas, no processo, o engenheiro trucidou o sucessor que ele próprio havia escolhido, mostrando que a tímida "renovação" anunciada não passava de uma farsa.
Descobriu-se ainda uma outra coisa extraordinária e que se diria impossível: que o BCP e o BPI tinham participações cruzadas, ao ponto de hoje o BPI deter 8% do capital do BCP e, como maior accionista individual, ter-se tornado determinante no processo de escolha da nova administração... do concorrente! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, o presidente do BPI dá uma conferência de imprensa a explicar quem deve integrar a nova administração do banco que o quis opar e com o qual é suposto concorrer no mercado, todos os dias...

4. Instalada entretanto a guerra interna, entra em cena o notável comendador Berardo, ele é só o homem que mais riqueza acumula e menos produz no país (protegido pelo 1º Ministro (a Sócretina), que lhe deu um museu do Estado para armazenar a colecção de arte privada. Mas, verdade se diga, as brasas espalhadas por Berardo tiveram o mérito de revelar segredos ocultos e inconfessáveis daquela casa.
E assim ficámos a saber que o filho do engenheiro fora financiado em milhões para um negócio de vão de escada, e perdoado em milhões quando o negócio inevitavelmente foi por água abaixo.
E que havia também amigos do engenheiro e da administração, gente que se prestara ao esquema das "off-shores", que igualmente viam os seus créditos malparados serem perdoados e esquecidos por acto de favor pessoal.

5. E foi quando, lá do fundo do sono dos justos onde dormia tranquilo, acorda inesperadamente o governador do Banco de Portugal e resolve dizer que já bastava: aquela gente não podia continuar a dirigir o banco, sob pena de acontecer alguma coisa de mais grave - como, por exemplo, a própria falência, a prazo.

6. Reúnem-se, então, as seguintes personalidades de eleição: o comendador Berardo, o presidente de uma empresa pública com participação no BCP e ele próprio ex-ministro de um governo PSD e da confiança pessoal de Sócrates, mais, ao que consta, alguém em representação do doutor "honoris causa" Stanley Ho - a quem tantos socialistas tanto devem e vice-versa. E, entre todos, congeminam um
"take over" sobre a administração do BCP, com o "agréement" do dr. Fernando Ulrich, do BPI..
E olhando para o panorama perturbante a que se tinha chegado, a juntar ao súbito despertar do dr. Vítor Constâncio, acharam todos avisado entregar o BCP ao PS.
Para que não restassem dúvidas das suas boas intenções, até concordaram em que a vice-presidência fosse entregue ao sr. Armando Vara (que também usa 'dr.') - fabuloso expoente político e bancário que o país inteiro conhece e respeita.

7. E eis como um banco, que era tão independente, que fazia tremer os governos, desagua nos braços cândidos de um partido político - e logo o do Governo. E eis como um banco, que era tão cristão, tão "opus dei", tão boas famílias, acaba na esfera dessa curiosa seita do avental, a que chamam maçonaria.

8. E, revelada a trama em todo o seu esplendor, que faz o líder da oposição?
Pede em troca, para o seu partido, a Caixa Geral de Depósitos, o banco público.
Pede e vai receber, porque há 'matérias de regime' que mesmo um governo que tenha maioria absoluta no parlamento não se atreve a pôr em causa. Um governo inteligente, em Portugal, sabe que nunca pode abocanhar o bolo todo. Sob pena de os escândalos começarem a rolar na praça pública, não pode haver durante muito tempo um pequeno exército de desempregados da Grande Família do Bloco Central.

Se alguém me tivesse contado esta história, eu não teria acreditado..

Mas vemos, ouvimos e lemos. E foi tal e qual.

Miguel Sousa Tavares

Um Ícone para entrar em Fórums "Pacifistas"

Um Ícone para entrar em Fórums "Pacifistas"

terça-feira, 11 de maio de 2010

Epancipation!!!

"Epancipation!"

É ISTO, este "intelectual" comunista, um dos que inspirou o próprio Saramago a dizer, e cito:

É esta besta quadrada em figura de gente, ou Comunista,  que se pavoneia por todo o Mundo, armado em esperto, com a mania que, ele, Obama, é o Salvador do Universo!
Nem sabe SOLETRAR?

Ou foi de snifar Cocaína da Boa, cortesia de Hugo Chávez?
Ou será "Epancipação", o acto de ENCHER A PANÇA, à conta do Otário...

Qual será o Primeiro-Ministro que o inspirou a fazer isso?

Bloco de MERDA!




Pois é!!


É por isso que estamos como estamos e querem eles ir para o der, então se estivessem no poder colocariam lá a família inteira.


Eles falam ... falam... e fazem tudo igualzinho.


Mas isto deve ser “só” nomeação por competência que depressa será justificada naquele ar padre moralista de “massas”!!!


Está o gajo sempre a falar em boys !

e) - FRANCISCO ANACLETO LOUÇÃ, de 49 anos de idade, portador do Bilhete de Identidade nº 4711887, emitido pelo Arquivo de Identificação de Lisboa em 6 de Abril de 1998, filho de António Seixas Louçã e de Noémia da Rocha Neves Anacleto Louçã, solteiro, professor universitário, natural de São Sebastião da Pedreira, Lisboa e residente na Avenida Duque de Loulé nº 105, 1º, Lisboa;

Despacho (extracto) n.º 5296/2010

Assembleia da República - Secretário-Geral

Nomeação da licenciada Noémia da Rocha Neves Anacleto Louçã para a categoria de assessora do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda


Digamos que se trata de uma jovem senhora com 79 anos uma bonita idade para ser nomeada para a AR… à custa de todos nós, pois está claro!!!

Cambada de aldrabões!!!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Esta, é da Pesada!

Bolas!


O INGLÊS, O AMERICANO E O PORTUGUÊS...

- Diz o inglês:
Tivemos um fulano que foi atropelado e a única coisa intacta que tínhamos era o seu dedo mindinho. Pois, a nossa equipa conseguiu, pelo DNA refazer a mão, um novo braço, um novo corpo!
O paciente ficou tão capacitado que ao ter alta, tirou o emprego de cinco pessoas!

- Isso não é nada! - Diz o americano:
Nós tivemos o caso de um operário que caiu no reactor atómico de uma central nuclear!
A única coisa que sobrou dele foi um cabelo. Pois pelo DNA dele conseguimos reconstituir completamente todo o seu corpo. Depois de ter alta, esse paciente mostrou-se tão eficiente que cinquenta pessoas perderam o emprego!

O português pede a palavra:
O caso que vou contar é muito mais interessante:
Um dia em que eu estava a andar pelo hospital senti o cheiro dum peido.
Imediatamente, capturei-o num saco que levei até ao laboratório.
Chamei a minha equipe e começamos a trabalhar.
Primeiro, a partir do peido, fizemos um ânus, em seguida reconstituímos o intestino, e depois, pouco a pouco, todo o corpo e por fim o cérebro.
O projecto desta criatura foi chamado José Sócrates e está a ter um desempenho tão fantástico que centenas de milhares de pessoas já perderam o emprego!!

sábado, 8 de maio de 2010